Quando atingimos o ponto mais alto ou a culminação de um processo, dizemos que chegamos ao clímax. Usado principalmente no desenvolvimento de uma ação dramática ou em um poema, em linhas gerais, é onde a trama se resolve ou se rompe definitivamente. Transposto para um contexto vitivinícola, poderíamos aplicá-lo quando o vinho, uma vez engarrafado, passa por um processo de desenvolvimento de sabor e aroma e atinge seu momento ótimo de consumo. É sob essa premissa que tanto os vinhos quanto os espumantes de Can Ràfols dels Caus chegam ao mercado. Elaborados no mágico terroir do maciço do Garraf (Penedès), um solo calcário impressionante, e acariciados pela brisa do próximo mar Mediterrâneo, seu enólogo Carlos Esteva conseguiu levar seus vinhos ao topo das marcas de referência catalãs.
É por isso que o nome do seu espumante Can Ràfols dels Caus Clímax Brut Nature é tão apropriado. Elaborado com uvas próprias das variedades xarel·lo, macabeo e chenin blanc, trata-se de vinhas com idade média de 30 anos, com um rendimento médio de 4.000 kg/ha e cultivadas de forma ecológica. Quando a uva atinge seu ponto ótimo de maturação, é colhida manualmente e levada imediatamente à adega, que está totalmente integrada ao ambiente e construída em diferentes níveis para facilitar a vinificação por gravidade. Uma vez desengaçadas e prensadas separadamente, as uvas produzem um mosto que passa por uma fermentação espontânea com leveduras autóctones em tanque de aço inoxidável. Depois, realiza-se a mescla dos três vinhos e a segunda fermentação na garrafa, segundo o método champenoise, com uma maturação mínima de 30 meses. Finalmente, chega ao mercado sem adição de licor de expedição e com data de degola.
Fresco, seco e bem estruturado, Can Ràfols dels Caus Clímax Brut Nature reflete tudo o que esta vinícola de referência representa. Um espumante que, como o próprio nome sugere, chega ao mercado em seu momento áureo de consumo.