Uma edição limitada. Pura essência da África do Sul. Assim pode ser apresentado Jordan Cobblers Hill, um tinto elaborado a partir das variedades merlot e cabernet sauvignon pela vinícola Jordan.
Jordan Cobblers Hill nasce na Costal Region, especificamente em Stellenbosch, um dos distritos mais importantes deste núcleo fundamental na indústria vitivinícola do país. Os investimentos estrangeiros e sua cidade universitária assim o atestam, tornando-se a sede atual do mundo acadêmico vinícola. Hoje em dia isso é respaldado, em grande parte, por três séculos de tradição e saber fazer. Parte dessa história é escrita pelas vinícolas Jordan, fundadas em 1982 por Ted e Sheelagh Jordan. Este casal provinha do mundo do calçado (Ted era a terceira geração de uma família de sapateiros); mas aos poucos conseguiram fazer seu nome no mundo do vinho. Atualmente, Jordan Cobblers Hill é um reconhecimento e homenagem à história desta família.
Atualmente, a empresa está nas mãos de Gar Jordan (filho do casal fundador) e sua esposa Kathy, que estão à frente da empresa e das 164 hectares localizadas em Stellenbosch Kloof, uma zona com diferentes elevações e características que facilitam o crescimento satisfatório de diversas variedades (tanto tintas quanto brancas). Isso é em parte favorecido pelo clima mediterrâneo que recebe influências marítimas (False Bay está a 14 km) e pela incidência direta da corrente de Benguela. Isso faz com que o clima se suavize, com menores contrastes térmicos e menores riscos de geadas.
No caso de Jordan Cobblers Hill, os vinhedos - com 24 anos - crescem orientados a oeste, a 220 metros de altitude. Uma vez na vinícola, Jordan Cobblers Hill fermenta em tanques de aço inoxidável a uma temperatura controlada de 28°C. Nessa fase, o segredo desta empresa reside nas três remontagens diárias, com as quais se consegue extrair cor. Uma vez transformado em vinho, Jordan Cobblers Hill é prensado e trasfegado por gravidade para barricas de carvalho francês de 225 litros, onde realizará a fermentação malolática... mas nem todos os barris passarão no exame: apenas os melhores serão escolhidos. Finalmente, os selecionados passarão 24 meses de envelhecimento nessas mesmas barricas. Apenas o melhor do melhor para honrar e recordar a tradição e o trabalho familiar.