Envio grátis e um saca-rolhas grátis para primeiras encomendas acima de €99 com o código BEM-VINDO

Decántalo
Blog de vinhos
Não perca nossos artigos sobre o universo do vinho. Vinícolas, processos de produção, regiões vinícolas, harmonizações, entrevistas com os melhores profissionais do cenário vinícola... Todas as novidades sobre o mundo do vinho.

A hora do aperitivo: o instante em que o mundo para

Um dos melhores momentos do dia é a hora do aperitivo. Um momento de relaxamento que geralmente aproveitamos no fim de semana, quando dispomos de mais tempo livre, e que iniciamos antes das refeições. No entanto, este ritual começou há muito tempo com a intenção de estimular o apetite.

É muito provável que Hipócrates, lá pelo século V a.C., tenha sido o criador do primeiro aperitivo, quando na antiga Hélade consagrou o vinum hippocraticum, que era o resultado de macerar em vinho flores de absinto e folhas de díctamo, e que se utilizava como uma bebida que estimulava o apetite e combatia a desnutrição e alguns problemas linfáticos.

Esta receita, que tem sua origem neste vinho aromatizado com a maceração de diferentes ingredientes (botânicos, cascas de frutas, especiarias...) deu origem ao rei dos aperitivos: o vermute. No entanto, as tradições gastronômicas evoluem e, ao longo dos tempos, várias bebidas foram criadas para abrir o apetite. Explicamos as principais.

Vermute

O termo alemão wermutkraut (erva de absinto) aparece em 1555, por isso, muitos autores situam a origem do vermute em algum lugar da Alemanha. No entanto, há quem atribua ao italiano Antonio Benedetto Carpano (1764-1815) ser o verdadeiro pai do vermute contemporâneo, que aromatizava vinhos para torná-los mais agradáveis ao paladar.

Há muito tempo que o vermute deixou de ser um vinho de baixa qualidade aromatizado para torná-lo mais agradável ao paladar. Este aperitivo se reinventou e os produtores não poupam esforços para utilizar a melhor matéria-prima e uma receita especial de botânicos que ofereçam, tanto ao consumidor quanto para seu uso em coquetelaria, vermutes com personalidade e, sobretudo, muita qualidade.

Amargos

Se falamos de bebidas, o amargor é uma característica muito bem valorizada. Curiosamente, a presença de ervas que aportam amargor, como o absinto contido no vermute, contribuem precisamente para abrir o apetite, por isso são tão utilizadas na elaboração de aperitivos. Dentro dos amargos podemos encontrar os seguintes:

O fernet, que originalmente nasceu como digestivo, é uma bebida de sabor amargo, originária da Itália e amplamente consumida na Argentina e no Uruguai. Atualmente é servido como aperitivo, mas também como digestivo. Seu teor alcoólico é mais alto que o de um vermute, por isso costuma ser consumido acompanhado de soda, água mineral ou em coquetéis (geralmente com refrigerante de cola).

O aperol é uma bebida que nasceu em 1919, na Itália. É menos amarga e seu teor alcoólico é muito menor que o de outros aperitivos e, graças ao famoso coquetel Aperol Spritz, que se prepara misturando aperol com vinho espumante e soda, ganhou popularidade mundial. Hoje em dia é uma das bebidas da moda para brindar na hora do aperitivo.

Vinhos de Jerez

No sul da Espanha sabem que a melhor combinação para os aperitivos é o vinho de Jerez, especialmente os Finos e as Manzanillas. São vinhos generosos com uma graduação alcoólica similar à de um vermute, secos e de baixa acidez, que se consomem frios e que são excelentes acompanhantes para desfrutar de queijos, embutidos, conservas... e, como possuem uma sutil nota salina e mineral, são ideais para potencializar os sabores de qualquer produto que venha do mar. O consumo do vinho de Jerez está vivendo uma autêntica revolução (Sherry Revolution). Sem dúvida, uma das melhores maneiras de brindar na hora do aperitivo com a sensação prazerosa de estar sob uma varanda, desfrutando da calidez do sol, em qualquer época do ano.

Champagne

Ao champagne, sinônimo de elegância e distinção, sempre foi considerado um companheiro ideal para desfrutar da hora do aperitivo com glamour.

Recentemente, Moët Chandon nos surpreendeu ao adicionar gelo. Um gesto tão escandaloso quanto inovador e divertido. Para isso criou Moët Chandon Ice Imperial, o primeiro champagne para servir com gelo. Toda uma revolução entre os mais puristas e um grito de atenção ao consumidor que busca sempre novas experiências.

Chandon Garden Spritz, a revolução do aperitivo

Quando parecia que já tínhamos visto tudo, Moët Chandon volta a nos surpreender, desta vez, pela mão de sua casa filial Chandon, localizada na renomada região vinícola de Mendoza, na Argentina.

Lá se elabora Chandon Garden Spritz, uma bebida criada a partir do melhor vinho espumante argentino de 2020 (reconhecimento concedido no Campeonato Mundial de Champagne) que contém um licor de receita secreta que se elabora com cascas de laranjas argentinas, da variedade “valencia late”, descascadas à mão, que se combinam com ervas, flores e especiarias provenientes da Argentina, Brasil, Madagascar e América Central.

Chandon Garden Spritz é uma bebida divertida, fresca e explosiva. O toque mais atual à revolução do aperitivo. Une o melhor de dois mundos: o refinamento e glamour que o champagne aporta, e um perfeito equilíbrio entre amargor e doçura, que nos lembra nosso querido vermute. A nota refrescante que o toque cítrico da laranja e suas borbulhas efervescentes aportam o convertem, além disso, em uma opção excelente para harmonizar com o aperitivo e, por que não?, com o afterwork.

Se ainda não o provou, desde Moët Hennessy nos recomendam servir Chandon Garden Spritz com gelo, uma rodela de laranja desidratada, um raminho de alecrim e, sobretudo, boa companhia.

Embora cada um tenha o seu, o que está claro é que a hora do aperitivo é um momento ansiado por todos. Se além disso vem acompanhado de sol, risos e fim de semana, já se pode parar o mundo. Qual é o seu?